Reforma Transformadora no Hospital Geral de Feijó
Com a intenção de modernizar e fortalecer a saúde pública em Feijó, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), intensificou as reformas e ampliações no Hospital Geral. A previsão é que a nova estrutura seja entregue à população até o dia 30 deste mês de abril, proporcionando um atendimento mais eficaz.
A nova fase das obras visa aumentar a capacidade de atendimento da unidade hospitalar, oferecendo mais conforto e segurança aos pacientes. Segundo Raissa Silva, engenheira civil responsável pela fiscalização da obra, as equipes estão ativas em várias frentes simultaneamente. “Atualmente, estamos focados em acabamentos, como pintura, instalação de forros e pavimentação do estacionamento, além de outros serviços essenciais”, explicou.
Este projeto de reforma e ampliação representa a mais significativa intervenção na estrutura do Hospital Geral em mais de quatro décadas. Desde sua fundação, em mais de 40 anos, a unidade não havia passado por uma modernização tão abrangente, tornando esta obra crucial para atender às demandas contemporâneas da população e às exigências da rede pública de saúde.
Entre as melhorias previstas estão a modernização das instalações elétricas, a implantação de um novo sistema de climatização e a reestruturação da cobertura, ampliando os espaços disponíveis para atender os pacientes.
Ítalo Lopes, gestor da Secretaria de Obras Públicas, enfatizou que a conclusão da reforma, programada para o dia 30, é um reflexo do compromisso do governo estadual com a saúde da população. “Estamos tratando essa obra como uma prioridade. As equipes estão trabalhando incansavelmente, incluindo fins de semana e feriados, para garantir que tudo esteja pronto neste mês. Esse esforço é fruto do comprometimento da governadora Mailza Assis e do ex-governador Gladson Camelí, que têm se empenhado para viabilizar esta importante intervenção”, destacou Lopes.
Os investimentos nas obras do Hospital Geral de Feijó superaram a marca de R$ 5 milhões, financiados através de um convênio com o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, e uma contrapartida do estado. Essa injeção de recursos visa garantir não apenas a reforma, mas também a sustentabilidade dos serviços prestados à população local.
