A Importância da Manutenção das Escolas Indígenas
A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) do Acre está em plena ação com a manutenção predial e revitalização de diversas escolas indígenas no estado, com foco especial no município de Sena Madureira. O investimento total nesta iniciativa ultrapassa R$ 1,2 milhão, refletindo a importância da educação para as comunidades locais.
Quatro instituições estão sendo revitalizadas: a Escola Indígena Nawawae, que recebeu R$ 143.880,00; a Pekaibo, com um investimento de R$ 374.385,00; a Siany, que conta com R$ 381.696,00; e a Tunumã, beneficiada com R$ 368.273,00. Esses valores demonstram o comprometimento do governo em proporcionar melhores condições de ensino para os alunos.
Investimentos em Diversos Municípios
Além das melhorias em Sena Madureira, a SEE está investindo em 36 escolas indígenas em cinco municípios do Acre, incluindo Feijó, Marechal Thaumaturgo, Tarauacá, Santa Rosa do Purus e, claro, Sena Madureira. O total de recursos aplicados nas construções e manutenções chega a impressionantes R$ 8.474.968,00, distribuídos entre R$ 4.191.478,00 para construção e R$ 4.283.490,00 para manutenção. Essa iniciativa é crucial para garantir que as escolas atendam às necessidades dos alunos e da comunidade.
No que diz respeito à revitalização, outras quatro escolas indígenas em Sena Madureira já foram concluídas, incluindo a Shimewidi, a Xinaweda, a São Paulino e a Floresta. Essas ações demonstram um esforço contínuo para melhorar a infraestrutura educacional na região.
Avanços em Feijó e Outras Localidades
No município de Feijó, o governo do estado está avançando com a construção de sete escolas indígenas, totalizando investimentos de R$ 1.554.294,00. As instituições já concluídas incluem a Doutor Kulina, a Francisco Barbosa Huni Kui, a Pekuruni Shanenawa, a Huni Kui Buse, a Shetehu Shanenawa e a Terra Nova. Além disso, três escolas na região estão passando por manutenção e revitalização, com investimentos variando de R$ 100 mil a R$ 350 mil.
Em Marechal Thaumaturgo, duas escolas indígenas, a Uirapuru e a Jacobina, receberam um aporte de R$ 355.893,00 cada, reforçando a estrutura educacional local. Enquanto isso, em Tarauacá, a construção de quatro escolas, incluindo as instituições Bimi Kaxinawa e Duas Nações dos Ashaninka, contou com um investimento total de R$ 1 milhão.
Foco em Santa Rosa e a Visão do Governo
No município de Santa Rosa do Purus, foram alocados recursos significativos para a manutenção e revitalização das escolas indígenas. A Escola Sobral recebeu quase R$ 300 mil, enquanto a Escola Salão Branco, a Escola Boca do Nazaré e a Escola Nova Moema também foram beneficiadas com investimentos relevantes.
O secretário Reginaldo Prates destacou a importância desse trabalho, enfatizando que a missão do governo vai além das dificuldades logísticas encontradas na Amazônia. “Manter uma escola aberta no interior da floresta Amazônica vai além da matemática financeira, e, onde houver um estudante, nossa missão é fazer a educação chegar, superando qualquer dificuldade que o território nos imponha”, declarou Prates. Essa visão mostra o comprometimento do governo em garantir que a educação chegue a todos, independentemente das adversidades.
