Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Wednesday, February 25
    Tendências:
    • Unale Reconhece o Deputado Luis Tchê por Sua Contribuição e Defesas em Prol dos Estados
    • Centro de Estudos de Línguas do Acre Recebe 3,5 Mil Alunos em Novo Ano Letivo
    • Manutenção no TJAC: Sistemas Indisponíveis em 6 e 7 de Março
    • Inácio Moreira Propõe Debate Para Revitalizar Economia Local Após Fechamento do Supermercado Gonçalves
    • Conheça a NAI: Nutri com IA no WhatsApp para suas escolhas alimentares
    • Transição para o Novo Sistema Eletrônico: Entenda o eproc no TJAC
    • Alerta Laranja do INMET: Chuvas Intensificadas Podem Causar Alagamentos em Rio Branco e Região
    • Serviços de Saúde e Emprego na Edição do Juntos Pelo Acre em Tancredo Neves
    Acre Verdade
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    Acre Verdade
    Home»Cultura»Cazuza: Documentário Revela o Rebelde do Rock Brasileiro
    Imagem do artigo
    Uma Análise Profunda do Ícone da Música e suas Contradições

    Cazuza: Documentário Revela o Rebelde do Rock Brasileiro

    Cultura 20/07/2025
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Email WhatsApp Copy Link

    Explorando a Complexidade de Cazuza

    Um verdadeiro lutador, Cazuza, que afirmou ter encarado a morte e retornado com a conclusão de que encontrá-la seria um “desperdício”, mesmo ao perceber seu potencial como um “triângulo de luz, de prazer total”. Essa é uma das intrigantes facetas do cantor, explorada no documentário “Cazuza: Boas Novas”, dirigido por Nilo Romero e Roberto Moret, que acaba de estrear nas telas brasileiras.

    O filme destaca um dos espetáculos mais emblemáticos de Cazuza, “O Tempo Não Para”, dirigido por Ney Matogrosso. Em uma de suas falas, Ney retrata o artista como “nu diante do Brasil”, enfatizando a vulnerabilidade de Cazuza em meio a uma luz branca, que criava a ilusão de que ele estava preso a uma cruz. Esse simbolismo reflete a fragilidade de um homem que se tornou, conforme retratado pela mídia, o “poeta rebelde dos anos 80”, um “guerreiro” que merecia descanso após incendiar os ânimos de uma geração.

    Leia também: No Dia Mundial do Rock, Heloy de Castro Celebra a Resistência do Gênero no Acre

    Leia também: “Exclusivo: Fim de Semana com Retrorock, Cowboy dos Teclados e Pagode”

    Um Legado Musical e Pessoal

    Compositores como Frejat, no clássico “Todo Amor Que Houver Nesta Vida”; “Ritual”; “Blues da Piedade” (escrita durante sua internação) e “Cobaias de Deus” (em parceria com Angela Ro Ro), Cazuza frequentemente realizava apresentações, que poderiam ser descritas como “sombrias”, mas que, segundo um dos entrevistados do filme, faziam com que as pessoas “transcendessem” na experiência.

    Leia também: No Dia Mundial do Rock, Heloy de Castro Celebra a Resistência do Gênero no Acre

    Leia também: “Exclusivo: Fim de Semana com Retrorock, Cowboy dos Teclados e Pagode”

    Junto à sombra da morte, que ele mesmo descreveu ter visto “viva”, Cazuza permanece como uma figura icônica no documentário, reunindo uma gama diversa de pessoas que compartilharam sua jornada. Entre elas, destacam-se João Rebouças, produtor de “Burguesia”; o cineasta Nilo, que também é músico e produtor; Frejat, George Israel e Léo Jaime, além de sua mãe, Lucinha Araújo. O filme abrange uma variedade de temas como internações, delírios, tumultos, amor, a derrocada da burguesia e a reconstrução de ideais.

    Reflexões e Polêmicas

    “Cazuza: Boas Novas” não hesita em abordar aspectos provocativos como a saída do cantor do Barão Vermelho, as reações da imprensa sensacionalista, o sofrimento de seus amigos diante da doença e as intensas relações amorosas, especialmente com Ney Matogrosso. O documentário traça um retrato complexo do artista, equilibrando a tristeza e a celebração da vida.

    Entre lágrimas emocionadas, Léo Jaime, defensor do “bolero em forma de samba”, emerge para reafirmar a idolatria compartilhada com Cazuza pelo samba-canção, um estilo musical aclamado por artistas como Gilberto Gil. Ele faz uma análise poderosa ao dizer que “(Cazuza) via o samba-canção não como dor de cotovelo, mas como uma fratura exposta de cotovelo”. Essa perspectiva reflete a essência intensa e apaixonada que caracterizou a vida e a obra de Cazuza. Ele partiu de forma precoce em 1990, aos 32 anos, mas deixou um legado que continua a ressoar na música brasileira.

    Cazuza documentário música brasileira rock

    Notícias relacionadas

    Cultura 25/02/2026

    Resultado Final da Seleção de Professores para Educação Escolar Indígena é Divulgado

    Cultura 25/02/2026

    Chamamento Nacional para Licenciamento de Produções Audiovisuais do Norte e Centro-Oeste

    Cultura 25/02/2026

    Descubra a Nova Temporada do Tour da Memória e Cultura em Teresina

    publicidade
    Logotipo acre verdade

    Categorias

    • Política
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Cultura
    • Economia
    • Esportes
    • Tecnologia
    publicidade
    © 2026 Acre notícias. todos os direitos reservados
    • Política de Privacidade
    • Termos
    • Sobre o Acre Verdade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.