O retorno da estabilidade e do planejamento no Acre
Em janeiro de 1999, o Acre enfrentava um quadro crítico: salários atrasados por meses, dívidas além do limite legal, serviços públicos em colapso e a violência de grupos de extermínio dominando as ruas. Foi nesse contexto que Jorge Viana assumiu o governo, trazendo uma mudança imediata. A folha de pagamento foi regularizada já no primeiro mês, e a partir dali o Estado retomou o planejamento, a capacidade de captar recursos e reconquistou crédito e credibilidade. As estradas avançaram até Cruzeiro do Sul e a fronteira com o Peru, pontes foram construídas para ligar regiões cortadas por rios, as escolas voltaram a funcionar normalmente e a floresta passou a integrar projetos de desenvolvimento. O Acre, antes tratado como periferia, reencontrou a autoestima e o orgulho.
Articulação política e capacidade de execução: ingredientes para o progresso
O progresso de um estado como o Acre, distante e dependente do investimento público federal, depende da combinação de três elementos: liderança articulada, credibilidade externa e capacidade de realização interna. Sem articulação política e negociação, os recursos não chegam; sem execução eficaz, o investimento se perde ou não gera impacto. Jorge Viana, ainda jovem em 1999, conseguiu reunir essas competências essenciais para tirar o Acre do colapso.
Hoje, o Acre precisa de uma liderança política com experiência, competência técnica e política, que saiba negociar e abrir portas. Em um cenário de recursos limitados e disputa acirrada, essa capacidade faz toda a diferença.
Um testemunho de convívio e confiança
Minha experiência pessoal com Jorge Viana confirma essas qualidades. Trabalhei diretamente com ele e presenciei sua dedicação, honestidade e amor pelo Acre. Sua busca pela excelência e rigor nas tarefas é conhecida por quem convive com ele. Essa confiança construída no trabalho diário é o que realmente sustenta uma liderança forte e respeitada.
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Jorge Viana e a reafirmação da acreanidade
Jorge é um acreano que conhece e valoriza sua terra. Ele provou isso ao assumir um Estado em crise e apostar na força da ancestralidade amazônica com raízes nordestinas, quando poucos acreditavam. Levou o nome do Acre a espaços inéditos, mostrando que a acreanidade vai além de um bordão de campanha: é sentimento profundo e reconhecimento da identidade amazônica, florestal, miscigenada, marcada pela cultura do seringueiro, ribeirinho, indígena e migrante.
O desafio da política atual no Acre
Nos últimos anos, a política local tem se distanciado dos debates essenciais sobre saúde, emprego, educação e saneamento, cedendo espaço ao discurso de ódio e intolerância. A memória de episódios violentos e discursos agressivos ainda reverbera e alimenta um ciclo de divisão que não resolve problemas reais.
Para compreender esse fenômeno, é útil lembrar o pensamento do psicanalista Erich Fromm, que explicou como o medo e a insegurança levam pessoas a buscar pertencimento em grupos que apontam um inimigo a ser eliminado. Essa dinâmica alimenta a velha política do “nós contra eles”, que apenas reforça a frustração e o ressentimento, favorecendo quem lucra com a divisão.
Resgatar o diálogo e a participação política
Fromm aponta que a saída não está em gritos ou confrontos, mas em construir espaços reais de participação, onde as pessoas possam expressar suas opiniões sem medo. No Acre, onde todos se conhecem e discordar pode ser custoso, criar esses ambientes é fundamental para superar o radicalismo e fortalecer a democracia.
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É preciso redirecionar a política para o diálogo, a mediação e a busca de soluções que promovam desenvolvimento, prosperidade e harmonia. Com o país caminhando para a reeleição do presidente Lula, o Acre necessita de representantes que saibam negociar em Brasília, transformar apoio em obras e gerar empregos, sem se valer da polarização ou da intolerância.
Jorge Viana como alternativa para o futuro do Acre
Jorge Viana já demonstrou essa habilidade no passado e está preparado para fazê-lo novamente. A escolha por ele não deve ser entendida como alinhamento ideológico, mas como uma decisão sobre o modo de fazer política. Entre uma prática que alimenta a insegurança e a divisão e outra que busca somar, dialogar e entregar resultados concretos, o Acre precisa optar pelo caminho que construa futuro.
Eleger Jorge Viana senador é, portanto, uma aposta na pluralidade, na democracia e no desenvolvimento do Acre, oferecendo à população a perspectiva de uma política que gera mudanças reais.
