Modernização do Atendimento Materno-Infantil no Acre
O governo do Acre continua a avançar nas obras da nova maternidade de Rio Branco, com o objetivo de expandir e modernizar o atendimento público materno-infantil. Sob a coordenação das secretarias de Estado de Obras Públicas (Seop) e de Saúde (Sesacre), a construção da unidade está em ritmo acelerado, com a entrega da primeira fase programada para o primeiro trimestre deste ano.
A fase inicial da obra está atualmente focada nos acabamentos, para que a nova maternidade possa ser disponibilizada em breve para a população gestante, especialmente aquelas em situações de alto risco. Essa iniciativa é parte de um esforço maior para fortalecer a rede pública de saúde, oferecendo atendimentos e exames especializados.
Além disso, a segunda etapa das obras já apresenta avanços significativos, com a execução da concretagem da primeira laje do prédio principal, evidenciando o compromisso do governo em seguir o cronograma estabelecido. O diretor da Seop, Ítalo Lopes, destaca que todos os procedimentos estão em conformidade com as diretrizes do governador Gladson Camelí, visando garantir que a população tenha acesso a essa nova estrutura o mais rápido possível.
“A determinação do governador é clara: precisamos trabalhar com responsabilidade, agilidade e planejamento. Nosso objetivo é que, a cada etapa concluída, a estrutura seja entregue à Sesacre. Isso permitirá que as gestantes, especialmente aquelas em situação de alto risco, possam utilizar um prédio moderno, sustentável e preparado para oferecer atendimento humanizado e de qualidade”, enfatiza Lopes.
A nova maternidade foi projetada com foco em um ambiente moderno, funcional e sustentável, reforçando a rede pública de saúde e assegurando mais segurança, conforto e dignidade para gestantes e recém-nascidos no Acre. O projeto envolve uma colaboração integrada entre as esferas municipal, estadual e federal, sendo desenvolvido em parceria com o Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (Unops), um órgão da Organização das Nações Unidas (ONU).
Quando todas as cinco etapas da obra forem concluídas, a nova maternidade se tornará uma das mais avançadas estruturas de saúde na Região Norte, contando com um total de 150 leitos de enfermaria clínica e obstétrica, 16 salas de pré-parto, parto e pós-parto (PPP), 7 salas de cirurgia e de parto cesariano, 10 leitos de unidade de tratamento intensivo (UTI) adulto, 30 leitos de UTI neonatal, 30 leitos de unidade de cuidados intermediários (UCI) e 15 leitos de UCI Canguru. A unidade também contará com a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera, uma iniciativa dedicada ao acolhimento de gestantes de alto risco.
