Uma Celebração das Culturas Indígenas
Em comemoração ao Dia dos povos originários, o Governo do Acre promove, nesta terça-feira, 28, o evento intitulado “Celebrando os Povos Originários – Etnoturismo: um roteiro de saberes e experiências”. A programação começa às 8h, na Biblioteca da Floresta, situada no Parque da Maternidade, em Rio Branco. Este evento, que é aberto ao público, reunirá uma série de apresentações artísticas e painéis de discussão, visando a valorização das culturas indígenas.
A iniciativa é promovida pela Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), em parceria com a Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) e lideranças indígenas locais. Adalgisa Bandeira, chefe do Departamento de Etnoturismo da Sete, destacou a importância do evento: “Comemoramos o Dia dos Povos Indígenas para promover uma compreensão mais ampla e respeitosa das culturas indígenas. O propósito é valorizar e reconhecer as lutas e conquistas desses povos, representando a rica diversidade que existe no nosso país, onde cada grupo preserva suas culturas, línguas, crenças, tradições, usos e costumes.”
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O evento contará com a apresentação da Banda Mimâ Natxuani, pertencente ao Povo Huni Kuin. Além disso, uma série de palestras será ministrada por importantes líderes indígenas, incluindo Francisco Apurinã, do Povo Apurinã; Thiago Higino, presidente do Conselho Estadual de Turismo (Cet); e Xiu Shanenawa, líder do Movimento das Mulheres Indígenas do Acre. A participação desses líderes é fundamental para fortalecer a conexão entre o etnoturismo e a valorização dos saberes tradicionais que permeiam as culturas indígenas.
Este tipo de evento, além de celebrar a rica diversidade cultural, busca também educar a sociedade sobre a importância da preservação dos modos de vida e tradições dos povos originários. Em meio a uma crescente valorização do turismo sustentável, iniciativas como essas são cruciais para promover o respeito e a valorização das culturas que fazem parte da história do Brasil.
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A celebração, portanto, não se limita apenas a um evento festivo; ela se propõe a ser um espaço de diálogo e aprendizado, onde a população pode se conectar com as experiências e saberes dos povos originários, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.
