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    Rio Envira Transborda pela Terceira Vez em 2026 e Afeta 80 Famílias Indígenas no Acre

    Rio Envira Transborda pela Terceira Vez em 2026 e Afeta 80 Famílias Indígenas no Acre

    Acre 03/04/2026
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    Cheia do Rio Envira Causa Danos Significativos

    A recente cheia do Rio Envira impactou 80 famílias indígenas no interior do Acre. De acordo com informações da Defesa Civil Municipal, na quinta-feira (2), o nível do rio ultrapassou a cota de transbordo, que está fixada em 12 metros, chegando a 12,27 metros. Na medição das 7h desta sexta-feira (3), o nível do rio já havia atingido 12,34 metros.

    Este é o terceiro transbordamento do manancial em 2026, com registros anteriores de enchentes em dezembro de 2025. Dentre as comunidades afetadas por essa nova cheia está a Aldeia Paroá-Central, habitada por indígenas da etnia Huni Kuin. Os moradores da aldeia lamentaram a perda de mais de 10 mil pés de banana devido à cheia do ano passado.

    As localidades mais atingidas pela correnteza incluem:

    • Bairro do Hospital;
    • Bairro Aristides;
    • Bairro Terminal;
    • Comunidade Estirão da Benção (Alto Rio Envira);
    • Aldeia Paroá Central (21 famílias);
    • Xina Beña (34 famílias);
    • Boa União (Baixo Rio Envira);
    • Novo Paraíso (25 famílias).

    Impactos Sobre as Comunidades Ribeirinhas

    As comunidades ribeirinhas de Feijó, no Acre, foram as mais atingidas pela cheia. Imagens enviadas pela Defesa Civil à imprensa mostram que, em dezembro de 2025, a água invadiu a parte da frente da Aldeia Paroá Central, atingindo campos de futebol e plantações. Apenas a escassez de água a 10 metros das residências já era motivo de apreensão para os indígenas.

    No último evento de cheia, mais de 90 famílias indígenas enfrentaram problemas similares. “O roçado deles está debaixo d’água. Eles relataram ter plantado dez mil pés de banana e perderam tudo. Fomos verificar as necessidades e a quantidade de famílias afetadas na região”, comentou o sargento Adriano Souza, coordenador do órgão responsável.

    Cheias em Cruzeiro do Sul

    Além do Rio Envira, a cheia do Rio Juruá também está causando preocupações. Na última medição, o rio alcançou 14,10 metros, impactando mais de 20 famílias em Cruzeiro do Sul. Assim como o Envira, o Juruá teve um aumento significativo de 14 centímetros em relação ao dia anterior. As famílias estão sendo abrigadas em escolas e na casa de parentes.

    Ao todo, cerca de 4.991 famílias e 19,6 mil pessoas foram afetadas pela cheia, abrangendo 12 bairros, 15 comunidades rurais e três vilas. A Defesa Civil Municipal está atenta a essa situação e oferece assistência às famílias necessitadas.

    As famílias desalojadas estão sendo acolhidas nas seguintes escolas:

    • Escola Municipal Rita de Cássia, bairro do Cruzeirão – 10 famílias;
    • Escola Municipal Corazita Negreiros, bairro Cobal – cinco famílias;
    • Escola Municipal Padre Arnoud, bairro Nossa Senhora das Graças – cinco famílias;
    • Escola Municipal Thaumaturgo de Azevedo, bairro do Alumínio – uma família.

    Situação do Rio Acre

    O Rio Acre, por sua vez, também apresentou variações em seu nível. Após sair da cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, o rio seguiu em vazante. Na medição de meio-dia de sexta-feira (3), o nível do manancial estava em 12,68 metros, e não houve necessidade de retirada de famílias desde que a cota de transbordo foi ultrapassada.

    Este transbordamento representa a terceira ocorrência do ano. No dia 31 de janeiro, o rio havia alcançado 13,90 metros, e várias escolas foram preparadas para abrigar os afetados. Com a desmobilização de abrigos, a situação parece estar se estabilizando.

    Historicamente, o período de maior incidência de cheias em Cruzeiro do Sul ocorre entre o final de fevereiro e o início de março, com registros pontuais em abril. A Defesa Civil se mantém alerta para a segurança e bem-estar das comunidades ribeirinhas, sempre pronta para agir conforme a necessidade.

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