Minha Casa, Minha Vida virou sinônimo de recomeço para milhões de brasileiros. Em 2025, o programa atingiu a marca de 2 milhões de moradias contratadas no país, um ano antes do previsto no cronograma do governo federal. Com investimentos acima de R$ 300 bilhões em habitação social, a iniciativa — retomada em 2023 e ampliada nos anos seguintes — avançou em todas as regiões, levando novas unidades para áreas urbanas e rurais e ampliando o acesso à casa própria para famílias de baixa renda e também parte da classe média.

Minha Casa, Minha Vida e o impacto na vida das famílias e na economia
Mais do que números, o Minha Casa, Minha Vida aparece no dia a dia: mudança para um endereço definitivo, estabilidade para planejar o futuro e a sensação de pertencimento a um bairro com infraestrutura. Ao mesmo tempo, o programa tem efeito direto na economia, especialmente na construção civil, movimentando uma cadeia que inclui comércio local, serviços e fornecedores.
Uma pesquisa da Genial/Quaest, divulgada em 2025, aponta que nove em cada dez brasileiros aprovam o programa, um indicativo de que a política habitacional ganhou espaço no debate público e na percepção de resultados concretos.
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Expansão regional do Minha Casa, Minha Vida: contratações em todos os estados
O sucesso se reflete em números impressionantes por região, os dados oficiais do Ministério das Cidades mostram que o desempenho do Minha Casa, Minha Vida não ficou concentrado em um único eixo do país. As contratações avançaram por estados de diferentes portes e realidades, com destaque para capitais, regiões metropolitanas e também municípios do interior.

Norte: mais de 107 mil unidades contratadas
No Norte, foram mais de 107 mil unidades. Os destaques ficam para Pará (45.522 moradias) e Amazonas (23.082), além de contratações em Amapá, Rondônia, Tocantins, Roraima e Acre.
Nordeste: mais de 557 mil contratações e alcance em diferentes faixas de renda
No Nordeste, o volume superou 557 mil contratações, com impacto estimado em 2,229 milhões de pessoas em municípios de diferentes faixas de renda. Bahia (108.949), Pernambuco (88.487) e Ceará (80.385) lideram, seguidos por Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe e Piauí.
Centro-Oeste: acima de 230 mil moradias e mix de modalidades
No Centro-Oeste, foram acima de 230 mil moradias, distribuídas entre modalidades subsidiadas e financiadas, fortalecendo empreendimentos como o Residencial Vila Flamboyant, em Águas Lindas de Goiás.
Sudeste: maior volume do país, com mais de 870 mil contratações
O Sudeste concentrou o maior volume: mais de 870 mil contratações. O número reflete a demanda urbana intensa, com exemplos como o Residencial Jardim das Alamedas, em Piracicaba (SP).
Sul: mais de 340 mil unidades, com RS e PR puxando os números
No Sul, foram mais de 340 mil unidades, impulsionadas principalmente por Rio Grande do Sul (146.829) e Paraná (142.346). Um dos exemplos é o Condomínio Floratta, em Canoas (RS).

Mercado imobiliário e Minha Casa, Minha Vida: lançamentos batem recorde em 2025
Os efeitos do Minha Casa, Minha Vida também aparecem nos indicadores do mercado. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com base em informações da ABRAINC, apontam recorde histórico de lançamentos em 2025. Até outubro, o volume de imóveis cresceu 34,6% — maior patamar da série — e as novas unidades ligadas ao programa tiveram alta de 38,6%.
Como buscar informações sobre o Minha Casa, Minha Vida
Em nota, o Ministério das Cidades afirmou que os números reforçam o impacto social e econômico do programa. Para mais informações sobre como participar, o canal indicado é o telefone (61) 3314-6624.
Conheça o Programa Minha Casa, Minha Vida
