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    Marina Silva Avalia Alianças para Disputa Política em São Paulo

    Marina Silva Avalia Alianças para Disputa Política em São Paulo

    Política 08/02/2026
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    Movimentações Políticas e Possíveis Candidaturas

    O cenário político em São Paulo está fervilhando com possibilidades de candidaturas para o Senado. O PSB, por exemplo, está considerando lançar os ministros Simone Tebet, que ocupa a Pasta do Planejamento, e Márcio França, responsável pelo Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. No caso de Tebet, a situação é delicada: para concorrer, ela precisaria se desfiliar do MDB, onde é membro desde 1997, e mudar seu domicílio eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo.

    A candidatura de Márcio França, por sua vez, está atrelada à decisão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Se Haddad optar por não se candidatar ao governo paulista, França pode ser o nome escolhido para o Senado. Já o vice-presidente Geraldo Alckmin também está sendo cogitado como um possível candidato ao governo, embora muitos no PSB prefiram que ele permaneça na chapa como vice de Lula.

    Marina Silva e as Possibilidades de Candidatura

    Outro cenário que está sendo considerado para Marina Silva é uma eventual candidatura ao lado de Haddad como sua vice. No entanto, essa opção não é bem vista pelo grupo político da ministra, que acredita ser difícil vencer o atual governador, Tarcísio de Freitas, do Republicanos. Em 2022, Marina foi eleita deputada federal, mas já descartou a possibilidade de reeleição.

    Marina, que já teve passagens pelo PT e pelo PSB, foi senadora pelo Acre e gestora do Meio Ambiente durante os dois primeiros mandatos de Lula. Em 2014, ao concorrer pelo PSB na corrida presidencial, ela ficou em terceiro lugar, numa época em que o registro da Rede ainda estava em processo.

    Reuniões e Convites de Partidos

    A ministra também se reuniu no dia 22 de janeiro com Paula Coradi, presidente do PSOL, em Brasília. Durante o encontro, Paula reiterou o convite para que Marina se torne a candidata do PSOL ao Senado em São Paulo, e a ambientalista agradeceu, manifestando seu desejo de fortalecer o campo progressista nas eleições deste ano.

    O PDT, por sua vez, também demonstrou interesse em filiar Marina. Carlos Lupi, presidente do partido, declarou que a ministra seria “bem-vinda” e que sua adesão agregaria muito ao partido, chamando-a de “um nome de peso”. Contudo, as negociações entre as partes não progrediram como esperado.

    Interesse do Partido Verde e Futuras Decisões

    A cúpula do Partido Verde também se movimentou, realizando uma reunião com Marina no dia 30 de janeiro. O presidente José Luiz Penna e o vice Eduardo Brandão participaram de uma videoconferência onde foi reafirmado o convite para que a ministra se filie e concorra à Câmara ou ao Senado. Segundo uma fonte do partido, Marina condicionou sua resposta a uma conversa com Lula.

    Além disso, o Partido Verde está interessado em incluir Tebet em suas fileiras. Um membro da legenda revelou que uma conversa com a ministra está prevista para breve, onde ela poderá ser convidada a representar a federação composta por PT, PCdoB e PV na corrida ao governo paulista.

    Se Marina decidir avançar com os planos de candidatura, é esperado que deixe o ministério até o início de abril. O secretário-executivo da pasta, João Paulo Capobianco, é o principal nome cotado para assumir a função no caso de sua saída. Entre os aliados da ministra, há uma forte preocupação em manter um nome que esteja alinhado ideologicamente ao grupo no cargo.

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