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    Home»Política»Facções Transformam Amazônia em Rota do Tráfico Internacional: O Colapso da Ponte Juscelino Kubitschek
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    Negligência e falta de manutenção culminam em tragédia na BR-226

    Facções Transformam Amazônia em Rota do Tráfico Internacional: O Colapso da Ponte Juscelino Kubitschek

    Política 28/07/2025
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    Negligência e tragédia na BR-226

    Um laudo técnico elaborado pela Polícia Federal revelou que o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek, situada na BR-226 entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), se deu por uma combinação de falta de manutenção, obras mal executadas e descaso por parte das autoridades responsáveis. O acidente ocorreu em 22 de dezembro de 2023, resultando na morte de 14 pessoas e deixando três desaparecidas. A revelação foi feita no último domingo (27) durante a transmissão do programa Fantástico, da TV Globo.

    A ponte, cuja construção foi concluída em 1961 e que possui 533 metros de extensão, cedeu em questão de instantes. Segundo os peritos, o vão central desmoronou em menos de um segundo, evidenciando a fragilidade da estrutura. O laudo técnico aponta que nenhuma modernização foi realizada ao longo das décadas, desconsiderando o aumento do tráfego e a carga suportada por veículos pesados.

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    A última reforma significativa ocorreu entre 1998 e 2000, quando foram feitos reforços laterais e a camada de concreto foi substituída por asfalto. No entanto, especialistas alertaram que essa mudança pode ter comprometido a integridade da estrutura. O perito Laércio de Oliveira Silva Filho destacou que o reforço aplicado foi arrancado “como fita crepe” no momento do colapso, sublinhando a fragilidade da obra.

    Alertas Ignorados e Consequências Trágicas

    Relatórios anteriores já haviam levantado questões sobre a segurança da ponte. Um documento de 2020, encomendado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), classificava a estrutura como “sofrível e precária”, recomendando intervenções urgentes. Em 2024, uma licitação foi realizada para obras de reparo, mas não obteve sucesso, e nenhuma intervenção foi feita antes do trágico incidente.

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    O delegado da PF, Allan Reis de Almeida, responsável pela investigação, não hesitou em afirmar que houve omissão por parte de agentes públicos em relação à manutenção da ponte. “Não se trata de um caso fortuito ou força maior. Era algo anunciado e plausível de ocorrer”, enfatizou.

    Em resposta à tragédia, o DNIT anunciou que concluiu uma apuração interna e que o relatório foi enviado à corregedoria. O Ministério dos Transportes comunicou que o superintendente regional do órgão no Tocantins, Renan Bezerra de Melo Pereira, foi demitido em abril, embora ele negue qualquer responsabilidade sobre o ocorrido.

    Recursos Públicos: Onde Estão?

    Apesar do estado crítico da ponte, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou que o Congresso brasileiro destinou R$ 35,6 milhões em emendas parlamentares para os municípios atingidos pela tragédia. Entretanto, esses recursos foram utilizados em festividades, iluminação e outros projetos, sem que qualquer valor tenha sido destinado para a manutenção ou reforma da ponte que desabou.

    A situação levanta questões pertinentes sobre a responsabilidade dos órgãos públicos e a alocação dos recursos, evidenciando um cenário de descaso que pode ter custado vidas. A tragédia da ponte Juscelino Kubitschek não é apenas um alerta sobre a precariedade da infraestrutura no Brasil, mas também uma chamada à ação para melhorar a gestão e a fiscalização de obras públicas em todo o país.

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