Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Thursday, February 26
    Tendências:
    • Cultura e Marketing: Estratégias para Promover Carnes Vegetais no Brasil
    • AC/DC Faz Retorno Épico a São Paulo em Show Memorável e Prova que o Rock é Eterno
    • Acre Se Une ao Protocolo Brasil Sem Fome e Participa de Capacitação Nacional
    • Concursos 2026: Previstas mais de 100 mil vagas com salários de até R$ 30 mil
    • LAB Frestas: Um Laboratório de Arte e Cultura em São Paulo
    • Centro de Estudos de Línguas do Acre Abre Ano Letivo com 3,5 Mil Alunos Empolgados
    • Acre se Destaca pela Baixa Inscrição em Políticas no Prêmio Excelência em Competitividade
    • Copa do Brasil: Águia brilha e avança após vitória sobre o Independência-AC
    Acre Verdade
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    Acre Verdade
    Home»Cultura»Museu da Língua Portuguesa Lança Exposição Impactante sobre o Funk
    Imagem do artigo
    A mostra FUNK: Um grito de ousadia e liberdade celebra a cultura funk até agosto de 2026.

    Museu da Língua Portuguesa Lança Exposição Impactante sobre o Funk

    Cultura 15/11/2025
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Email WhatsApp Copy Link

    Uma Exposição que Transcende o Som

    Neste sábado, 15 de abril, o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo abrirá suas portas para a exposição intitulada FUNK: Um grito de ousadia e liberdade. Idealizada inicialmente pelo Museu de Arte do Rio (MAR), onde foi exibida por um ano e meio, a mostra traz à tona a influência do funk na língua, nas artes visuais e na moda, apresentando um rico acervo sobre o funk paulista.

    A exposição reúne 473 obras e itens de coleção, que incluem pinturas, fotografias e registros audiovisuais. O objetivo da curadoria é mostrar a história do funk além de sua sonoridade, enfatizando suas origens urbanas e periféricas, assim como seus impactos estéticos, sociais e políticos. Esta experiência cultural ficará em cartaz até agosto de 2026, convidando um público diversificado a explorar as múltiplas facetas do funk.

    Leia também: Minas Gerais se Destaca como Destino Imperdível em 2026, Aponta Revista Especializada

    Fonte: triangulodeminas.com.br

    Renata Prado, curadora da exposição, afirma que “essa é uma mostra para todos, independentemente de serem funkeiros ou não. Ela proporcionará uma perspectiva do funk que vai além do estilo musical, destacando-o como uma cultura rica e multifacetada”. Renata, que é também pesquisadora da cultura funk e relações étnico-raciais, é a idealizadora da Frente Nacional de Mulheres no Funk e tem um papel crucial na promoção desse movimento.

    A curadoria explora ainda a presença do funk em várias esferas culturais, especialmente nas artes visuais contemporâneas. O funk se estabelece como uma referência de visualidade, alteridade e expressão, abrangendo diferentes abordagens artísticas. Entre os artistas contemporâneos que fazem parte da mostra estão nomes como Panmela Castro, Rafa Bqueer, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre e Rafa Black.

    Um dos destaques da exposição é a obra de Tiago Furtado, que retrata a relação entre o rap e o funk na comunidade paulistana, com ícones arquitetônicos do centro histórico de São Paulo ao fundo. Por outro lado, Markus CZA, em uma de suas obras, enfatiza a intersecção dos movimentos negros no contexto paulista. “É fundamental que ações como essa permitam que instituições reconheçam e abracem a cultura funk, um espaço que foi historicamente negado a nós. É um avanço significativo que grandes museus abracem exposições sobre o funk”, destaca Markus CZA.

    Renata Prado também salienta a essência da cultura funk, que brota de uma juventude da periferia. “Estamos falando de uma juventude que por muito tempo ficou silenciada. Agora, essa geração está derrubando barreiras e ocupando museus por meio de sua arte”, comenta a curadora.

    Contexto Histórico do Funk

    A exposição não só apresenta obras, mas também narra a história do funk desde suas raízes nos bailes black do Rio de Janeiro e São Paulo, que surgiram no final da década de 1960, alicerçados na ancestralidade negra já presente nas eras da Soul e Black Music. Esses espaços de lazer da juventude negra foram palco de eventos marcantes, como o show do cantor americano James Brown, que ocorreu na festa Chic Show, no ginásio do Palmeiras, em novembro de 1978, atraindo cerca de 22 mil pessoas. Este evento histórico é reinterpretado por artistas contemporâneos em obras criadas especialmente para a exposição.

    Além disso, as fotografias de acervos pessoais de dançarinos, músicos e outras figuras que desempenharam papéis significativos no movimento musical também têm seu lugar garantido na mostra. Entre os retratos expostos, destacam-se ícones como Jair Rodrigues com os Originais do Samba, Nelson Triunfo, Gerson King Combo e Lady Zu. Essas imagens são um tributo à riqueza e à diversidade da cultura funk, que, finalmente, ganha seu espaço nos grandes museus do país.

    arte contemporânea cultura funk exposição sobre o funk museu da língua portuguesa

    Notícias relacionadas

    Cultura 26/02/2026

    Cultura e Marketing: Estratégias para Promover Carnes Vegetais no Brasil

    Cultura 26/02/2026

    LAB Frestas: Um Laboratório de Arte e Cultura em São Paulo

    Cultura 25/02/2026

    III Teia Estadual dos Pontos de Cultura: Um Encontro que Celebra a Diversidade na Bahia

    publicidade
    Logotipo acre verdade

    Categorias

    • Política
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Cultura
    • Economia
    • Esportes
    • Tecnologia
    publicidade
    © 2026 Acre notícias. todos os direitos reservados
    • Política de Privacidade
    • Termos
    • Sobre o Acre Verdade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.