Edilberto Afonso de Moraes, o Betão, morre aos 73 anos
Na noite do último domingo, 28, o Brasil perdeu um importante nome da agropecuária acreana. Edilberto Afonso de Moraes, conhecido como Betão, faleceu aos 73 anos, em decorrência de complicações relacionadas à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). A doença, que é uma condição neurodegenerativa progressiva e incurável, afeta os neurônios motores e causa uma paralisia gradual, comprometendo funções essenciais como fala, movimento, deglutição e respiração. A confirmação da morte ocorreu por volta das 20h45 na UTI do Hospital Santa Juliana, onde Betão estava internado.
De acordo com informações obtidas pelo ac24horas, o empresário passou mal no sábado, 27, e foi imediatamente levado por familiares ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Após um breve período de melhora, ele foi transferido para o Hospital Santa Juliana, onde receberia um tratamento mais especializado. Infelizmente, seu estado de saúde se deteriorou rapidamente, resultando em seu falecimento no dia seguinte.
A notícia da morte de Betão deixou a comunidade local em luto, e familiares ainda estão decidindo o local do velório e o sepultamento do pecuarista, que era amplamente conhecido e respeitado em todo o estado do Acre.
Edilberto Afonso de Moraes é lembrado por ter sido o fundador do Frisacre, o primeiro grande frigorífico do Acre, uma realização que revolucionou o setor agropecuário na região. Ele deixa um legado significativo e três filhos que continuam a sua história. Sua contribuição para a agropecuária e seu papel como empresário serão sempre lembrados por aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e trabalhar ao seu lado.
Mais atualizações sobre o caso devem ser divulgadas em breve, à medida que a família finalize os detalhes do sepultamento e as homenagens ao empresário. O impacto de sua partida será sentido não apenas por sua família, mas por toda a comunidade acreana, que se despede de um ícone da agropecuária.
