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    Home»Cultura»Barbara Gancia Questiona: Funk e Hip-Hop São Cultura?
    Barbara Gancia Questiona: Funk e Hip-Hop São Cultura?

    Barbara Gancia Questiona: Funk e Hip-Hop São Cultura?

    Cultura 11/01/2026
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    A polêmica de Barbara Gancia

    Recentemente, Barbara Gancia provocou um verdadeiro alvoroço ao abrir um jornal estrangeiro e se deparar com uma reportagem que a deixou indignada. Em meio à visita de Gilberto Gil a Austin, no Texas, o The New York Times publicou um texto apontando que o governo brasileiro estava alocando recursos públicos para promover a “cultura hip-hop” entre os jovens das periferias. A reação de Gancia foi instantânea e direta, sem rodeios.

    Em sua coluna na Folha de S.Paulo, a jornalista questionou: “A que ponto chegamos? Desde quando hip-hop, rap e funk são cultura?” Publicada em 2007, a coluna não se limitou a criticar o programa em si, mas atacou o conceito de utilizar verbas oficiais para financiar expressões artísticas que, segundo ela, não deveriam ter tal status.

    Gancia já havia exposto opiniões semelhantes em um comentário na rádio BandNews FM, onde sua fala também gerou uma chuva de críticas. “A caixa de e-mails da rádio ficou cheia de protestos”, relembra a colunista, com ouvintes a chamando de “racista e fascista” por sua visão sobre essas manifestações culturais.

    Uma crítica contundente à cultura popular

    A coluna de Gancia, que faz parte da seção 105 Colunas de Grande Repercussão, traz à tona uma série de provocações sobre o uso de verbas públicas para apoiar o que ela considera “lixo musical”. A jornalista questiona por que, se o governo está disposto a investir no hip-hop e no funk, outras formas de expressão musical, como o axé ou a música sertaneja, não são incluídas na lista de financiamentos.

    Diante da abordagem do jornalista Larry Rohter, que descreve o governo como um investidor na cultura hip-hop, Gancia argumenta sobre a natureza dessas artes. Ela se indaga: “Se essas expressões merecem apoio estatal, por que não ampliar essa lista?” Essa retórica aponta para um descontentamento mais profundo sobre a valorização de certos estilos em detrimento de outros, questionando a autenticidade e a origem cultural do hip-hop, rap e funk.

    Um dos pontos abordados por Gancia é a relação do ministro da Cultura com esses movimentos. Segundo ela, a percepção de Gilberto Gil é mais comercial do que cultural. Em suas palavras, Gil estaria “produzindo uma legião de grafiteiros e DJs”, sem considerar as implicações sociais e culturais desse fenômeno. “Não seria mais produtivo ensinar literatura clássica nas favelas?”, indaga, propondo uma reflexão sobre o que realmente deve ser valorizado na educação cultural.

    Reação do público e a polarização do debate

    O impacto do posicionamento de Gancia foi imediato. Quando comentou sobre as suas opiniões acerca do hip-hop e funk, a colunista recebeu uma onda de críticas. O que para uns é uma forma de arte e expressão legítima, para outros é uma mera imitação da cultura norte-americana. Essa polarização revela um embate cultural profundo, onde a música, muitas vezes, se torna mais do que entretenimento; é um reflexo de identidade, resistência e, por vezes, de conflitos sociais.

    Ao comparar seu tratamento ao funk e hip-hop com a recepção da música sertaneja, Gancia expõe uma contradição na aceitação cultural. “Se critica a música sertaneja, é aceitável, mas se questiona o hip-hop, logo você é rotulado de fascista”, observa a jornalista, evidenciando os desafios de se ter uma conversa aberta sobre cultura popular no Brasil.

    A relevância do debate

    Embora a coluna de Gancia tenha gerado um verdadeiro alvoroço, o essencial é que ela trouxe à luz questões importantes sobre a cultura brasileira e sua diversidade. A discussão sobre o que constitui cultura e a quem deve ser destinado o investimento público é extremamente relevante, especialmente em um país tão plural quanto o Brasil. O debate em torno da cultura hip-hop e funk continua, refletindo não apenas sobre a música, mas sobre toda uma geração.

    Em tempos em que a cultura é frequentemente vista sob a lente do consumo e do marketing, debates como o de Gancia podem ser vitais para a construção de um entendimento mais profundo sobre a arte e a sua função na sociedade. Afinal, a cultura vai muito além de rótulos e estilos, envolvendo uma rica tapeçaria de experiências humanas. Assim, as provocações de Barbara Gancia permanecem pertinentes, convidando todos a refletirem sobre o que realmente valorizamos na expressão cultural contemporânea.

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