Fechar menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tendências:
    • Real Madrid x Sevilla: onde assistir, horário e palpite para duelo decisivo na LaLiga
    • Evótica chega a Rio Branco com laboratório próprio e atendimento especializado em saúde visual
    • Economia brasileira avança 0,3% em agosto com indústria em destaque e agropecuária em queda
    • Campeonato Interestadual de Bandas e Fanfarras reúne talento e cultura em Rio Branco
    • Cultura e Sustentabilidade se Encontram no Parque Rio Branco com Música ao Vivo
    • Prefeitura de Rio Branco leva magia do circo para 1.279 alunos da rede municipal
    • Casal que Viaja em Casa sobre Rodas Explora Cultura e Sabores do Acre
    • PEC da Segurança Pública pode ser votada na CCJ do Senado com mudanças cruciais
    Acre Verdade
    • Política
    • Economia
    • Esportes
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Educação
    Acre Verdade
    Início»Saúde»Universalização do Saneamento: Apenas 63 Municípios Avançam no Brasil
    Universalização do Saneamento: Apenas 63 Municípios Avançam no Brasil
    Saúde 26/12/2025

    Universalização do Saneamento: Apenas 63 Municípios Avançam no Brasil

    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn E-mail WhatsApp Copiar link

    Desempenho do Saneamento no Brasil

    Um recente levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) aponta que apenas 63 municípios no Brasil estão próximos de alcançar a universalização do saneamento básico. Este dado alarmante representa apenas 2,54% das 2.483 cidades analisadas, que juntas abrigam cerca de 80% da população nacional, incluindo todas as capitais.

    Quando expandimos a análise para todo o território brasileiro, o cenário se revela ainda mais desolador. Apenas 1,13% dos municípios atingiram a classificação máxima, denominada “Rumo à universalização”. A maior parte das cidades, cerca de 74,22%, encontra-se em uma fase intermediária, classificada como “Empenho para a universalização”. Além disso, 12,36% estão no nível de “Compromisso com a universalização” e 10,87% ainda estão nos “Primeiros passos para a universalização”.

    Indicadores de Saneamento Básico

    O estudo analisou cinco indicadores essenciais que compõem a avaliação do saneamento básico: abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, coleta de resíduos sólidos domiciliares e a disposição final adequada de resíduos sólidos urbanos. Esses critérios são fundamentais para entender a qualidade do saneamento nas cidades brasileiras.

    Desempenho Regional

    A pesquisa também revela que todas as regiões do Brasil têm municípios nas categorias de menor desempenho, que ainda estão nos “Primeiros passos para a universalização”. No entanto, as regiões Sudeste e Sul se destacam por concentrarem os municípios que apresentam melhor performance, alcançando a categoria máxima do ranking.

    Em termos de capitais, a situação é misturada. Curitiba (PR) é a única que se destacou na categoria “Rumo à universalização”. Outras cinco capitais — Salvador (BA), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e João Pessoa (PB) — estão no nível “Compromisso com a universalização”. Porto Velho (RO), por outro lado, ocupa a última posição, classificando-se na categoria “Primeiros passos”, enquanto as demais capitais estão na categoria “Empenho para a universalização”.

    Saneamento e Saúde Pública

    Um aspecto crucial destacado pelo estudo é a relação direta entre a qualidade do saneamento básico e a saúde pública. Municípios que estão mais próximos da universalização apresentam taxas de internação significativamente menores por doenças associadas à falta de saneamento adequado. Nas cidades com mais de 100 mil habitantes, a média de internações cai de 46,78 por 100 mil habitantes nas classificadas como “Primeiros passos” para 14,16 por 100 mil naquelas que alcançaram a categoria “Rumo à universalização”. A diferença é ainda mais acentuada em municípios menores.

    Investimentos Necessários

    Apesar da relevância do saneamento básico para a saúde da população, os investimentos no setor permanecem aquém do necessário. Segundo dados do Ranking do Saneamento 2025, do Instituto Trata Brasil, o investimento médio em saneamento nas 100 cidades mais populosas do país foi de apenas R$ 103,16 por habitante em 2023. Este valor é inferior ao registrado em 2022, que foi de R$ 138,68, além de estar abaixo da média nacional estimada em R$ 126,97, de acordo com o SINISA 2023.

    O ambientalista Delton Mendes destaca a necessidade de criar estruturas que fomentem investimentos no setor de saneamento. “É fundamental aumentar a cobertura dos serviços básicos de saneamento no Brasil. Enfrentamos um histórico de subfinanciamento que resulta em infraestrutura insuficiente. A falta de investimentos consistentes ao longo dos anos compromete a capacidade de expandir e melhorar os serviços de saneamento básico”, afirma Mendes.

    capacitação em saúde pública investimentos em saneamento saneamento básico universalização
    acre_verdade_admin
    • Site

    Notícias relacionadas

    Em Alta Saúde 01/10/2026

    Morre Lito Sousa, influenciador de aviação que enfrentou doença rara

    Saúde 30/09/2026

    Processo Seletivo para Saúde Indígena no Acre Oferece Salários de até R$ 12,9 mil

    Em Alta Saúde 21/09/2026

    Morte de Presley Gerber: Impacto e Reflexões sobre Saúde Mental na Moda

    Logotipo acre verdade

    Categorias

    • Cultura
    • Educação
    • Entretenimento
    • Política
    • Saúde
    • Economia
    • Em Alta
    • Esportes
    • Tecnologia
    © 2026 Acre notícias. todos os direitos reservados
    • Política de Privacidade
    • Termos
    • Sobre o Acre Verdade
    • Contato

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.