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    Home»Política»Caso Juliana Chaar: Prisão Preventiva de Advogado em Destaque
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    Keldheky Maia da Silva, envolvido em briga, teve prisão decretada após confusão que resultou em morte

    Caso Juliana Chaar: Prisão Preventiva de Advogado em Destaque

    Política 07/08/2025
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    Desdobramentos do Caso Juliana Chaar

    Um novo capítulo se desenrola na trágica história de Juliana Chaar, que perdeu a vida após um atropelamento durante uma briga generalizada em 21 de junho. Nesta quinta-feira, 7, a Justiça do Acre decretou a prisão preventiva de Keldheky Maia da Silva, advogado e amigo da bacharela em Direito de 36 anos, suspeito de sacar uma arma e disparar em meio à confusão. Ele já se entregou às autoridades.

    Keldheky foi levado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde passou pelos procedimentos padrão. Com a decisão judicial, ele será mantido em uma unidade prisional à disposição da Justiça, e sua detenção deve ser acompanhada por um membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), conforme prevê o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994). A Justiça também determinou que ele fique em sala de Estado Maior e, na falta dessa, em uma cela especial, separada dos demais detentos, no Batalhão de Operações Especiais (BOPE).

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    Essa medida visa garantir a ordem pública e está em linha com o Ministério Público, fundamentando-se nos artigos 311, 312 §2º e 313, inciso I do Código de Processo Penal (CPP). Maia enfrenta acusações de homicídio qualificado tentado contra Dhiones Siqueira Passos e Ledo Patrício da Silva Almeida Júnior, de acordo com o artigo 121, §2º, inciso II, e o artigo 14, inciso II do Código Penal.

    Histórico de Violência de Keldheky Maia

    Keldheky Maia possui um passado marcado por episódios de violência. Consta em seu histórico que ele responde a dois termos circunstanciados: um de 2009, que foi encerrado após acordo entre as partes, e outro de 2010, relacionado a uma confusão em que foi encontrado portando uma faca junto a dois menores.

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    Na madrugada da tragédia que vitimou Juliana, câmeras de segurança capturaram o momento em que Keldheky corre até um carro branco estacionado nas proximidades do bar Dibuteco, no bairro Isaura Parente. Nesse instante, ele saca uma arma e dispara em direção a um grupo rival. Pouco tempo depois, uma caminhonete preta avança sobre ele e Juliana, que tentava contê-lo, e a atinge em cheio. A advogada caiu desacordada na via e, embora tenha sido socorrida pelo Samu, faleceu no Pronto-Socorro da capital.

    Reflexões e Afastamento da OAB-AC

    Keldheky, que era próximo de Juliana, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma, mas foi liberado após audiência de custódia. Em suas redes sociais, ele descreveu o ocorrido como o maior pesadelo de sua vida. “Era para ser eu. Tinha que ser em mim e não na Juliana. Ela não merecia morrer assim”, lamentou, acrescentando que os disparos foram feitos apenas para amedrontar os agressores, sem a intenção de causar ferimentos. Ele se disse surpreso com a coragem de alguém atropelar outra pessoa em uma situação tão caótica.

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    O delegado Pedro Paulo Buzolin revelou que as circunstâncias da ação ainda estão sob investigação pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

    A OAB-Acre informou que Keldheky e outros dois advogados envolvidos na briga — Bárbara Maués e João Felipe de Oliveira Mariano — solicitaram afastamento de suas funções na instituição. Juliana era presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB e faleceu horas após o atropelamento. A vice-presidente da OAB-AC, Thais Moura, confirmou que o caso foi encaminhado ao Tribunal de Ética da entidade, ressaltando que os processos ocorrem sob sigilo, conforme prevê a legislação.

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