Desafio e Tradição na Competição de Tapioca
José Roberto enfrentou um desafio singular ao preparar uma tapioca de mais de um metro para o festival da farinha em Cruzeiro do Sul. O maior obstáculo foi conseguir virar a massa sem danificá-la, já que o tamanho exigia técnica apurada. Ele explica que o momento ideal para a virada acontece quando a tapioca começa a se soltar do forno, possibilitando a rotação com segurança.
“Ganhar essa premiação tem um significado enorme para mim, especialmente porque estou construindo uma casa e o prêmio vai ajudar muito. Fica um nervosismo grande na hora de virar, pois quanto maior a tapioca, maior a dificuldade. Mas quando ela começa a rodar e soltar do forno, é o instante certo para virar. Essa vitória traz uma sensação imensa de felicidade, pois é uma tradição que aprendi com meus pais e quero passar para meus filhos e familiares. Tenho quatro filhos em Minas Gerais que já estão acompanhando e sei que vão se orgulhar muito”, compartilhou o vencedor.
Incentivo à Cadeia Produtiva da Mandioca
O secretário municipal de Agricultura, Abastecimento e Pesca, Nildson Moura, destaca que as competições são parte essencial do Festival da Farinha, impulsionando a valorização dos produtores locais e estimulando o investimento na cadeia da mandioca. Segundo ele, a cada edição, novos recordes são estabelecidos, o que motiva os agricultores a se dedicarem ainda mais.
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“Nosso 9º Festival da Farinha tem nas competições um de seus pontos altos, pois evidenciam a força da cadeia produtiva local. Queremos mostrar a evolução do processo, desde a produção tradicional da farinha até os métodos mais mecanizados. A política do prefeito Zequinha Lima busca reduzir custos de produção e aumentar a produtividade, para que o produtor tenha mais rendimento, trabalhe menos e conquiste maior dignidade no campo. Esse é o progresso que almejamos incentivar em Cruzeiro do Sul”, explicou Moura.
Premiação e Continuidade do Festival
No último dia do festival, sábado, 30, será realizada a cerimônia de premiação do concurso da Melhor Farinha, outra tradição que valoriza a qualidade e o empenho dos produtores locais. O primeiro colocado receberá R$ 4 mil, com prêmios também para o segundo e terceiro lugares, reforçando o compromisso com a cultura e a agricultura regional.
