Denúncia de Perseguição Política no Acre
O senador e candidato ao governo do Acre, Alan Rick (Republicanos), acusou grupos ligados aos atuais responsáveis pelo poder estadual de retomar práticas de perseguição política. Em vídeo divulgado no último sábado (22), ele afirmou que servidores públicos não devem ser pressionados ou ameaçados por suas escolhas políticas, classificando tal comportamento como uma afronta à liberdade e à democracia.
“Hoje eu preciso falar sobre algo muito grave, que infelizmente está acontecendo novamente em nosso estado. O grupo que tomou conta do poder trouxe de volta uma prática terrível, a perseguição”, declarou Alan Rick. Ele enfatizou que nenhum servidor, seja efetivo, comissionado ou terceirizado, pode sofrer intimidações ou prejuízos por apoiar projetos políticos distintos daqueles defendidos pelo governo atual.
Compromisso com a Segurança e Reconhecimento Profissional
O senador ressaltou que a permanência e o reconhecimento profissional dos servidores não podem estar condicionados à preferência eleitoral. “O servidor público precisa ter segurança para trabalhar sabendo que será reconhecido pela sua competência e pela qualidade do seu trabalho e não pela sua preferência política”, afirmou.
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Além disso, Alan Rick prometeu combater o que chamou de uso da máquina pública para intimidar adversários ou pessoas com opiniões divergentes. “É hora de acabar com o medo, com a perseguição e com o uso da máquina pública para intimidar quem pensa diferente”, declarou.
Promessa de Governo Inclusivo e Apelo à Liberdade de Escolha
O candidato reforçou a intenção de governar sem discriminação política, destacando que seu governo será para todos, independentemente de concordâncias partidárias. “Eu não quero governar apenas para quem concorda comigo. Quero governar para todos. Vamos libertar o Acre da perseguição”, afirmou.
Por fim, Alan Rick pediu que eleitores e servidores não se sintam coagidos a apoiar qualquer candidatura. “Ninguém pode levar você pelos beiços e lhe obrigar a apoiar e nem votar em ninguém”, ressaltou, concluindo com um apelo à coragem para defender a liberdade, lembrando a luta histórica pela incorporação do Acre ao Brasil.
