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    Home»Economia»Galípolo Atribui Estouro da Meta de Inflação a Dólar Alto e Custo de Energia
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    Presidente do Banco Central destaca fatores que pressionaram a inflação além do previsto

    Galípolo Atribui Estouro da Meta de Inflação a Dólar Alto e Custo de Energia

    Economia 10/07/2025
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    Fatores que Impactam a inflação no Brasil

    Em uma carta divulgada pelo Banco Central, o presidente Gabriel Galípolo revelou que o estouro da meta de inflação em 2025 foi impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo o alto valor do dólar, o custo elevado da energia elétrica e uma economia aquecida. Os dados mostram que preços de itens como gasolina, café, vestuário, automóveis e serviços aumentaram mais do que o esperado, levando a inflação a ultrapassar os limites estabelecidos.

    No acumulado dos últimos 12 meses, de julho de 2024 a junho de 2025, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, registrou um aumento de 5,35%. Essa taxa supera o teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para este ano, a meta era de 3%, sendo considerada cumprida se a inflação se mantivesse entre 1,5% e 4,5%.

    Leia também: Inflação Acima da Meta: Galípolo Atribui a Fatores Econômicos e Câmbio Elevado

    Leia também: Tarifa de Trump pode Impactar Economia do Brasil: O Que Esperar?

    inflação em Alta e Nova Regra de Meta

    Em junho, a inflação teve um aumento de 0,24%, contribuindo para o descumprimento da meta. Desde janeiro, a inflação oficial se manteve acima do intervalo tolerável por seis meses consecutivos, o que, segundo a nova regra da meta contínua, implica em descumprimento. Com essa realidade, o Banco Central enviou uma carta aberta ao ministro da Fazenda e presidente do CMN, Fernando Haddad, explicando os fatores que resultaram em uma inflação acima do limite máximo.

    Leia também: Inflação Acima da Meta: Galípolo Atribui a Fatores Econômicos e Câmbio Elevado

    Leia também: Tarifa de Trump pode Impactar Economia do Brasil: O Que Esperar?

    A carta destaca que “a atividade econômica surpreendeu positivamente”, com o Produto Interno Bruto (PIB) crescendo mais do que o esperado. Além disso, o mercado de trabalho está aquecido, refletindo um aumento no consumo das famílias e nos investimentos. As expectativas de inflação também se desancoraram, principalmente no segundo semestre de 2024. A valorização do dólar em relação ao real teve um impacto direto nos preços de bens importados e nas expectativas de inflação.

    Efeitos das Anomalias Climáticas e Aumentos de Preços

    Leia também: Gabriel Galípolo Enviará Carta ao Ministério da Fazenda Após Exceder Teto da Inflação

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    Outro ponto mencionado na carta são os efeitos de anomalias climáticas que, combinados com a piora do cenário hídrico, resultaram em mudanças nas bandeiras tarifárias de energia, pressionando ainda mais a inflação. A carta observa que os aumentos nos preços da gasolina, na inflação subjacente dos serviços e nos alimentos industrializados, especialmente o café, foram mais intensos do que o inicialmente antecipado. Isso também se aplica a produtos de bens industriais, como vestuário e automóveis.

    A análise do Banco Central evidencia a complexidade da situação econômica brasileira, onde múltiplos fatores interagem para criar um cenário inflacionário desafiador. A expectativa é que a equipe econômica continue a monitorar de perto esses indicadores e a formular políticas adequadas para conter a inflação, buscando manter a estabilidade econômica do país.

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