Fechar menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tendências:
    • Prefeitura de Rio Branco leva magia do circo para 1.279 alunos da rede municipal
    • Casal que Viaja em Casa sobre Rodas Explora Cultura e Sabores do Acre
    • PEC da Segurança Pública pode ser votada na CCJ do Senado com mudanças cruciais
    • Baterias Gigantes no Acre: Revolução na Segurança da Energia no Brasil
    • Mailza lidera intenções de voto no Acre com 49% contra 32% de Alan Rick no 2º turno
    • Lens-Sporting: disputa decisiva em busca de tranquilidade e milhões na Champions
    • Sabores da Amazônia: Senac Acre apresenta culinária regional no Rio de Janeiro
    • Pesquisa Gerp indica liderança de Flávio Bolsonaro com 55% contra 45% de Lula no segundo turno
    Acre Verdade
    • Política
    • Economia
    • Esportes
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Educação
    Acre Verdade
    Início»Política»Pressão do PT para que Alckmin permaneça na chapa de Lula em São Paulo
    Pressão do PT para que Alckmin permaneça na chapa de Lula em São Paulo
    Política 07/02/2026

    Pressão do PT para que Alckmin permaneça na chapa de Lula em São Paulo

    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn E-mail WhatsApp Copiar link

    Pressão do PT para que Alckmin permaneça na chapa de Lula em São Paulo

    O vice-presidente Geraldo Alckmin enfrenta uma intensa pressão de setores do PT que desejam vê-lo disputando uma candidatura majoritária em São Paulo. No entanto, aliados do ex-tucano afirmam que Alckmin tem demonstrado resistência à ideia de se candidatar, preferindo manter sua posição na vice-presidência. Nas últimas conversas, destaca-se a percepção de que é mais plausível convencer o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a se lançar na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes do que persuadir Alckmin a abrir mão de sua atual função.

    Desde a aliança formada nas eleições de 2022, quando Alckmin se tornou uma peça fundamental na estratégia do PT para derrotar Jair Bolsonaro, ele e Lula estabeleceram um vínculo de confiança, com diálogos diretos e sem intermediários. Apesar da resistência de Alckmin em se candidatar novamente, seus aliados ressaltam que ele ainda está disposto a ouvir as orientações do presidente sobre a situação eleitoral.

    A discussão sobre a permanência de Alckmin na chapa ganhou novos contornos na última quinta-feira, quando Lula admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de excluir o vice da corrida presidencial. Essa movimentação ocorre em um momento em que o PT busca atrair o MDB para uma possível aliança e assegurar sua presença no Palácio do Planalto. Em uma entrevista ao Portal UOL, Lula mencionou que Alckmin, Haddad ou até mesmo a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), estão entre as opções candidatas em São Paulo.

    “Temos grande apoio em São Paulo, e estamos prontos para vencer as eleições aqui. Não conversei ainda com Haddad ou Alckmin, mas eles são conscientes do papel que devem desempenhar”, afirmou Lula, referindo-se à importância estratégica desses nomes para a campanha.

    No PSB, a mensagem é clara: a presença de Alckmin, que também ocupa o ministério da Indústria e Comércio, demonstrou sua relevância ao longo do governo. O partido considera que a manutenção da vice-presidência não apenas possui um significado simbólico, mas também traz uma perspectiva estratégica para futuros mandatos, ampliando o poder de barganha nas negociações pós-Lula.

    Um encontro entre Lula e João Campos, prefeito do Recife e líder do PSB, está programado para o próximo fim de semana em Salvador, durante as celebrações do aniversário do PT. No entanto, a conversa mais detalhada entre ambos ocorrerá apenas na próxima semana. Fonte próximas à situação afirmam que Campos está atento à opinião de Alckmin antes de formular sua posição, mas a defesa pela manutenção da chapa será fortemente sustentada ao presidente.

    Para a alta cúpula do PT, Haddad é visto como o único nome viável para a candidatura ao governo de São Paulo. Pessoas próximas a Lula indicam que o presidente mencionou Alckmin para não deixar Haddad isolado, em meio a pressões provenientes de colegas do governo. Recentemente, os ministros Camilo Santana (Educação), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Simone Tebet (Planejamento) manifestaram apoio à candidatura de Haddad.

    No início do evento de aniversário do PT na Bahia, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e figura emblemática do partido, também defendeu a continuidade de Alckmin na vice-presidência, mencionando que a aliança formada em 2022 representa um pacto que deve ser honrado. “Acredito que Haddad deve ser nosso candidato, enquanto Geraldo Alckmin deve continuar como vice-presidente. Esta aliança foi um compromisso com a sociedade”, destacou Dirceu.

    Aliados de Lula expressam confiança de que Alckmin permanecerá em sua posição atual, e que uma troca na vice-presidência só ocorrerá em caso de mudanças significativas no cenário nacional, como a inclusão formal de partidos como MDB, PSD ou Republicanos na chapa, algo que parece distante no momento. Além disso, é mencionado que Alckmin pode desempenhar um papel crucial como coordenador da campanha de Lula em São Paulo, sem a necessidade de se candidatar oficialmente.

    Geraldo Alckmin, agora como vice de Lula e ministro, finalmente alcançou seu sonho de ocupar um cargo no Palácio do Planalto. Segundo aqueles que o conhecem bem, ele tem mantido relações positivas com empresários, prefeitos e diversas entidades. No cargo, ele também lidou com questões críticas, como a crise de tarifas nos Estados Unidos.

    Os aliados de Alckmin apontam que o cenário em São Paulo mudou desde sua saída do Palácio Bandeirantes em 2018. O enfraquecimento do PSDB e a crescente adesão do interior paulista ao bolsonarismo criaram um cenário desafiador para Alckmin e para o PT, que ainda enfrenta resistência em algumas áreas do estado.

    A pressão de Lula e do PT por um nome forte na disputa paulista reflete a grande importância de São Paulo nas eleições presidenciais, mais do que a expectativa de conquistar a governadoria local. Historicamente, o PT não conseguiu vencer a eleição para o governo do estado, mesmo em períodos de grande popularidade de Lula. Para a eleição de 2022, a presença de Haddad no segundo turno foi considerada essencial para a campanha de Lula, que mesmo assim enfrentou desafios, perdendo no estado, mas com uma margem considerada aceitável.

    acidente de helicóptero no Acre Alckmin apoio da China a Lula eleição em São Paulo Fernando Haddad
    acre_verdade_admin
    • Site

    Notícias relacionadas

    Em Alta Política 14/10/2026

    PEC da Segurança Pública pode ser votada na CCJ do Senado com mudanças cruciais

    Política 14/10/2026

    Mailza lidera intenções de voto no Acre com 49% contra 32% de Alan Rick no 2º turno

    Em Alta Política 13/10/2026

    Pesquisa Gerp indica liderança de Flávio Bolsonaro com 55% contra 45% de Lula no segundo turno

    Logotipo acre verdade

    Categorias

    • Cultura
    • Educação
    • Entretenimento
    • Política
    • Saúde
    • Economia
    • Em Alta
    • Esportes
    • Tecnologia
    © 2026 Acre notícias. todos os direitos reservados
    • Política de Privacidade
    • Termos
    • Sobre o Acre Verdade
    • Contato

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.