Fechar menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tendências:
    • PEC da Segurança Pública pode ser votada na CCJ do Senado com mudanças cruciais
    • Baterias Gigantes no Acre: Revolução na Segurança da Energia no Brasil
    • Mailza lidera intenções de voto no Acre com 49% contra 32% de Alan Rick no 2º turno
    • Lens-Sporting: disputa decisiva em busca de tranquilidade e milhões na Champions
    • Sabores da Amazônia: Senac Acre apresenta culinária regional no Rio de Janeiro
    • Pesquisa Gerp indica liderança de Flávio Bolsonaro com 55% contra 45% de Lula no segundo turno
    • Cultura na Praça une gastronomia e solidariedade em Rio Branco
    • Lanús x Vélez Sarsfield: Análise Completa e Palpite para o Confronto na Liga Argentina
    Acre Verdade
    • Política
    • Economia
    • Esportes
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Educação
    Acre Verdade
    Início»Saúde»Professor de 36 anos enfrenta cirurgia de apendicite após diagnóstico inadequado; esposa denuncia negligência
    Professor de 36 anos enfrenta cirurgia de apendicite após diagnóstico inadequado; esposa denuncia ne
    Saúde 04/02/2026

    Professor de 36 anos enfrenta cirurgia de apendicite após diagnóstico inadequado; esposa denuncia negligência

    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn E-mail WhatsApp Copiar link

    Caso levanta questões sobre a qualidade do atendimento médico

    Macileudo da Costa Lima, de 36 anos, passou por uma cirurgia de urgência em um hospital particular no dia 21, seis dias após o início das dores abdominais. Sua esposa, a professora Ádria Ernesto Tavares, de 37 anos, alega que houve negligência médica nas unidades de saúde pública onde Macileudo foi atendido. Segundo ela, o marido recebeu diagnósticos incorretos, inicialmente tratados como infecção de urina e prisões de ventre.

    Em declarações à imprensa, Ádria afirmou que o atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e no pronto-socorro não foi adequado e que a condição do esposo deveria ter sido reconhecida mais cedo. “Os médicos diziam que poderia ser apenas uma gastroenterite e que estava com gases. Sou professora e pesquiso muito, então, sabia que algo estava errado”, destacou.

    Após várias consultas e exames, o diagnóstico correto de apendicite só foi confirmado quando o quadro se agravou. A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) declarou que o atendimento seguiu os protocolos médicos estabelecidos, mas anunciou a abertura de uma apuração interna para investigar as condutas dos profissionais envolvidos.

    “O apêndice do meu esposo estourou e ninguém percebeu. Ele poderia ter morrido. Diante desses sintomas, era para ter sido encaminhado para um cirurgião e a situação poderia ter sido evitada”, lamentou Ádria.

    O caso começou na sexta-feira, dia 16, quando Macileudo começou a sentir náuseas e dor abdominal. Ao buscar atendimento na UPA, ele foi liberado com a orientação de usar antibióticos, mas sua condição se agravou, levando sua esposa a procurá-lo novamente no pronto-socorro. Após várias horas de espera e novos exames, uma médica, ao olhar a tomografia, disse que ele estava apenas com muitos gases.

    Mesmo com dores intensas, Macileudo ficou sob observação, mas foi liberado com medicamento. A persistência de Ádria em buscar ajuda médica foi fundamental; ela conseguiu uma consulta particular onde o novo médico detectou que o estômago do professor estava paralisado e a apendicite havia atingido um estágio crítico. A cirurgia foi realizada imediatamente, e o médico alertou que o estado do apêndice e o impacto no intestino eram graves.

    A professora, que agora aguarda a recuperação do marido, pretende levar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e ao Ministério Público do Acre (MP-AC) para que medidas sejam tomadas em relação ao atendimento recebido. “A situação do meu marido é delicada, e estou concentrada na recuperação dele, sem esquecer da preocupação com nossas crianças, que sentiram muito a ausência dele”, concluiu.

    O caso de Macileudo levanta questões sobre a qualidade do atendimento médico nas unidades públicas do Acre e o que pode ser feito para evitar que situações como essa se repitam. A Secretaria de Saúde afirma que, se forem encontradas irregularidades, serão adotadas as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos.

    apendicite atendimento de saúde no Acre capacitação em saúde pública negligência médica
    acre_verdade_admin
    • Site

    Notícias relacionadas

    Em Alta Saúde 01/10/2026

    Morre Lito Sousa, influenciador de aviação que enfrentou doença rara

    Saúde 30/09/2026

    Processo Seletivo para Saúde Indígena no Acre Oferece Salários de até R$ 12,9 mil

    Em Alta Saúde 21/09/2026

    Morte de Presley Gerber: Impacto e Reflexões sobre Saúde Mental na Moda

    Logotipo acre verdade

    Categorias

    • Cultura
    • Educação
    • Entretenimento
    • Política
    • Saúde
    • Economia
    • Em Alta
    • Esportes
    • Tecnologia
    © 2026 Acre notícias. todos os direitos reservados
    • Política de Privacidade
    • Termos
    • Sobre o Acre Verdade
    • Contato

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.